BENEFÍCIOS:
- A ETE Barão Geraldo foi construída devido ao estado catastrófico em que se encontrava o rio Anhumas. Todo o esgoto de Barão Geraldo era despejado "in natura", causando assim uma poluição visível por todos os que observassem o afluente do rio Atibaia.
- Com a inauguração no final de 2008 da ETE de Barão Geraldo, 160 litros de esgoto por segundo deixaram de ser despejados "in natura" no córrego Anhumas, aumentando em mais de 5% o índice de tratamento de esgoto na cidade., que passou para 70%.
- Mais de 30 mil pessoas do distrito de Barão Geraldo são beneficiadas com esta ETE, que foi construída numa área de 40 mil metros quadrados.
- O tratamento de esgoto é, ambientalmente falando, muito importante para a cidade. Com ele, o nível de poluentes jogados nos rios torna-se menor, permitindo que a água fique mais limpa e os cursos d'água menos poluídos.
- Para chegar com o esgoto até a estação de tratamento de Barão Geraldo, a SANASA construiu uma estação elevatória no Jardim Independência, além de realizar o prolongamento da rede coletora de esgoto, gastando cerca de R$ 6,200 milhões.
| ETE BARÃO GERALDO |
IMPACTOS AMBIENTAIS:
- No entanto, para construção dessa estação de tratamento de esgoto, foi degradada uma área considerável da Mata do Quilombo, um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica na região. A estação foi construída encostada na mata, não respeitando a distância de 300 metros, obrigatória por lei.
- Em função dessa destruição da mata nativa, a SANASA, empresa responsável pela obra, assinou um termo de compromisso, comprometendo-se a plantar cerca de 5 mil árvores na região metropolitana de Campinas.
- O problema é que as mudas podem ser plantadas indiscriminadamente em zonas urbanas e rurais, sem conseguir repor de maneira efetiva a degradação da mata nativa.
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